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2° Curso de Higiene Ocupacional de 2018

Conheça mais sobre o Evento

OBJETIVO: Promover aos participantes uma capacitação básica em metodologias e estratégias de amostragem dos riscos físicos, químicos e biológicos, abordando também a parte prática com instrumentos de medição, culminando com as medidas de controle para eliminar, neutralizar, atenuar ou mitigar os riscos ambientais nos ambientes ocupacionais.

Confira a Programação

Público Alvo

Público Alvo

PÚBLICO ALVO: Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho, Higienistas Ocupacionais, Médicos do Trabalho, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem do Trabalho, Fonoaudiólogos, estudantes de cursos de segurança do trabalho e demais interessados em buscar uma atualização no conhecimento da prevenção dos riscos ambientais.

Carga Horária

Carga Horária

                 

Curso:

Higiene Ocupacional

Período:

16, 23,30 de junho e 07 de julho

Horário:

08h00 às 17h00

Local:

A DEFINIR

DETALHES DO CURSO

 

 

DETALHES DO CURSO                         

Curso:

Higiene Ocupacional

Período:

16, 23,30 de junho e 07 de julho

Horário:

08h00 às 17h00

Local:

A DEFINIR

 

PROGRAMAÇÃO

HIGIENE OCUPACIONAL - Conceitos teóricos e práticos de avaliação ambiental

OBJETIVO: Promover aos participantes uma capacitação básica em metodologias e estratégias de amostragem dos riscos físicos, químicos e biológicos, abordando também a parte prática com instrumentos de medição, culminando com as medidas de controle para eliminar, neutralizar, atenuar ou mitigar os riscos ambientais nos ambientes ocupacionais.

PÚBLICO ALVO: Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho, Higienistas Ocupacionais, Médicos do Trabalho, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem do Trabalho, Fonoaudiólogos, estudantes de cursos de segurança do trabalho e demais interessados em buscar uma atualização no conhecimento da prevenção dos riscos ambientais.

INVESTIMENTO: R$990,00 (1x no boleto ou cartão de crédito, via pagseguro)

Após iniciar o curso, em caso de desistência até 50% no número de aulas, a devolução será proporcional. Acima de 50% não haverá devolução.

 

PAGAMENTO:

O pagamento pode ser efetuado através de cartão de crédito ou boleto bancário.

  • Cartão de crédito: utilizamos o sistema Pagseguro. Preencha os dados solicitados e a inscrição será efetivada após autorização da sua operadora. *A aprovação da compra e os juros são estabelecidos pelo PagSeguro.

 

  • Boleto bancário: ao término de sua inscrição, será emitido o boleto bancário considerando a forma de pagamento escolhida.
  • Pagamento à vista: será emitido um boleto com valor integral que deve ser quitado até a data de vencimento.
  • Não aceitamos cheques

Caso não ocorra o pagamento até o vencimento, a inscrição será cancelada.

ASSOCIADOS TÊM 10% DE DESCONTO

PERÍODO: As aulas serão realizadas em maio, no SENGE-MG (Belo Horizonte):

A AMES se reserva ao direito de prorrogar ou cancelar o curso se não houver fechamento de turma até a data de inicio das aulas. Mínimo de 15 alunos.

ESTÃO INCLUÍDOS NO INVESTIMENTO:

  • Certificado de Participação.
  • Material didático será disponibilizado sempre no email do participante antes das aulas, com exceção do material de trabalho em grupo que será passado durante a aula.

NÃO ESTÃO INCLUÍDOS NO INVESTIMENTO:

  • Estacionamento.
  • Lanche.
Confira a Programação

Conteúdo Programático

Introdução ao estudo da Higiene Ocupacional:

            Conceito;

            Objetivo; 

            Classificação dos agentes ambientais.

            Grupo Homogêneo de Exposição – GHE.

            Grupo de Exposição Similar – GES.

            A teoria do EMR - Exposto de Maior Risco.

 

  • O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA como uma ferramenta de gestão de Higiene Ocupacional:

            Objetivos do Programa; 

            Fundamentação legal do PPRA.

            Quais os agentes ambientais devem constar no PPRA;

            Avaliações Qualitativas e Quantitativas;

            A questão da ergonomia no PPRA.

            Antecipação, Reconhecimento, Avaliação e Controle dos riscos ambientais; 

            Responsabilidade pela implementação do programa; 

  • Etapas de um programa de Higiene Ocupacional.
  • As Normas de Higiene Ocupacional - NHOs – Norma de Higiene Ocupacional da Fundacentro.
  • Limites de Tolerância.
  • Tipos de Limites de Exposição segundo a Association Advancing Occupational and Environmental Health - ACGIH e Norma Regulamentadora NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
  • O conceito de Nível de Ação para todos os agentes ambientais. 
  • O eSocial e sua revolução na SST.

Estudo dos Agentes Ambientais.

Conceitos técnicos básicos de som e ruído; Os tipos de ruído: Ambiental, de Conforto e Ocupacional. Efeitos do ruído no homem; Adição e subtração de Nível de Pressão Sonora - NPS; Limites de tolerância NR-15 e ACGIH; Parâmetros de configuração de um dosímetro; Fator de duplicação (q3 e q5); Nível de corte, Nível de Exposição Normalizado NEN; NHO-01 – Fundacentro e o conflito com o Anexo 01 da NR 15; Leq/Lavg/TWA; Estratégia de Amostragem; Tempo de medição adequado; Curvas de Ponderação A, B, C e D. Preenchimento do Nível de Pressão Sonora no PPRA. A calibração e o prazo de validade. Como interpretar o histograma de ruído. Medidas de controle na fonte ou trajetória; Medidas de controle no homem – EPIs - vida útil dos protetores, gerenciamento do uso de EPIs; Calibração dos equipamentos. Atenuação dos protetores – NRR, NRRsf. Atividade prática de avaliação de exposição ao ruído.

Conceitos técnicos básicos; classificação da Vibração de Corpo Inteiro - VCI e Vibração de Mãos e Braços – VCB (Localizada); Estratégia de amostragem; Quando fazer ou não uma avaliação de vibração; Efeitos a saúde; Parâmetros utilizados na avaliação da vibração; Limites de tolerância para vibração de corpo inteiro: ISO 2631 / 97, ACGIH, Comunidade Europeia; Limites de tolerância para vibração localizada: ISO 5349/86 e 5349/01, ACGIH e Comunidade Europeia; as NHOs 9 e 10, o novo Anexo 8 da NR 15. Medidas de controle. A questão da luva anti-vibração e outras medidas de controle; Valores a serem preenchidos nos programas de prevenção; Estudo de caso para avaliação de vibração.

CALOR E FRIO: Conceitos técnicos básicos - condução, radiação, convecção e evaporação; Efeitos a saúde; Estratégia de amostragem; Parâmetros utilizados na avaliação do calor; Avaliação segundo NHO -06 FUNDACENTRO e o conflito com o Anexo 03 da NR 15; Limites de tolerância para frio e calor: Anexos 3 e 9 da NR-15, ACGIH; Medidas de controle na fonte ou trajetória – coletivas, administrativas e EPIs. Diferentes critérios do Ministério do Trabalho e da Previdência Social para avaliação da exposição ao calor O novo Anexo 03 da NR 15. O Nível de Ação para o calor. O globo pode ser de 2 polegadas? A estabilização do termômetro e o número mínimo de leituras; As Zonas Climáticas e o artigo 253 da CLT em relação ao frio. Atividade prática de avaliação da exposição ao calor.

Conceitos técnicos básicos; Efeitos a saúde; Limites de tolerância: Anexo 5  da NR-15 – A Comissão Nacional de Energia Nuclear  - CNEN e a Norma 3.01 – Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica. NHO 05 e ACGIH; Avaliação Qualitativa e Quantitativa das radiações; A periculosidade & Insalubridade, Medidas de controle na fonte ou trajetória; Medidas de controle no homem.

Conceitos técnicos básicos; Efeitos a saúde; Limites de tolerância: Anexo 7 da NR-15, ACGIH; Avaliação Qualitativa e Quantitativa das radiações Instrumentos de medição; Medidas de controle. Avaliação da exposição a radiação não ionizante

Conceitos técnicos básicos de gases, vapores, névoas, poeira e fumos; tamanho da partícula, concentração, unidade de medida; Tipos de amostragens: contínua e instantânea; As metodologias previstas nas NHOs e NIOSH que tratam de agentes químicos; Avaliação da exposição a poeiras Total, Inaláveis, Torácicas e Respiráveis.  A diferença entre Média Ponderada, Valor Teto, Valor Máximo previstos na NR 15. Os Limites de Tolerância previstos na ACGIH: TWA, STEL, Ceiling; Efeitos dos agentes químicos sobre a saúde do trabalhador; Avaliação para fins qualitativo e quantitativa para programas de prevenção; Instrumentos de medição – seleção, calibração, manutenção, demonstração prática; Meios de coleta – tubos, filtros, seleção, bomba de amostragem. A FISPQ, seu conteúdo e sua importância. Medidas de controle coletivas – Ventilação industrial, Medidas de controle administrativas; EPI – Programa de Prevenção Respiratória. O Programa de Proteção Respiratória – PPR e sua 4ª Edição. Atividade prática de exposição à poeira e gases, bomba gravimétrica e tubo colorimétrico; 

Conceitos técnicos básicos; Métodos de avaliação qualitativa; Critério da NR-15, ACGIH e NR 32; o Anexo 14 da NR 15. Os BEIS - Biological Exposure Indices; O Agente Biológico nos programas de prevenção. Resolução nº 9/2003 da ANVISA e o Limite de Tolerância brasileiro para fungos nos ambientes de trabalho.; A Súmula 448 e sua interpretação. Avaliação qualitativa para fins de insalubridade; Medidas de controle: A questão do EPI no controle dos Agentes Biológicos.

Em Breve! Está interessado?

Avisaremos quando uma nova turma estiver disponível!

Depoimentos

© Ames - Av. Álvares Cabral, 1600 Lourdes, Belo Horizonte MG, 30170-001

by nerit